A idade de ser Feliz

Existe somente uma idade para a gente ser feliz 
somente uma época na vida de cada pessoa 
em que é possível sonhar e fazer planos 
e ter energia bastante para realizá-los 
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos

Uma só idade para a gente se encantar com a vida 
e viver apaixonadamente 
e desfrutar tudo com toda intensidade 
sem medo nem culpa de sentir prazer

Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida 
à nossa própria imagem e semelhança 
e sorrir e cantar e brincar e dançar
e vestir-se com todas as cores 
e entregar-se a todos os amores 
experimentando a vida em todos os seus sabores
sem preconceito ou pudor

Tempo de entusiasmo e de coragem 
em que todo desafio é mais um convite à luta 
que a gente enfrenta com toda a disposição de tentar algo novo, 
de novo e de novo, e quantas vezes for preciso

Essa idade, tão fugaz na vida da gente,
chama-se presente,
e tem apenas a duração do instante que passa …
… doce pássaro do aqui e agora 
que quando se dá por ele já partiu para nunca mais!

Geraldo Eustáquio de Souza

Lições dos cachorros para as pessoas.

Corra e brinque diariamente.

Ame incondicionalmente.

Seja rápido em perdoar.

Siga seus instintos.

Seja leal e fiel.

A vida as vezes é curta, o cachorro frequentemente.

Evite morder quando um rosnado for suficiente.

As vezes o melhor é somente se sentar ao lado e ouvir.

Aproveite o simples prazer de caminhar.

Nunca subestime o valor de uma massagem na barriga.

Continue escavando até encontrar o que você quer.

Aceite todos os caprichos da vida com gratidão.

Dia de Finados

Em 2 de novembro, muitas pessoas comemoram o Dia de Finados, data criada para homenagear os entes queridos que já faleceram.No início da história da Igreja, os cristãos rejeitavam totalmente a ideia de relacionamento com mortos. Nessa época, o pensamento predominante era o de que as almas simplesmente ficariam adormecidas até o momento do julgamento final. No entanto, ao mesmo tempo em que o cristianismo era difundido pela Europa, acabava anexando elementos de outras culturas. Acredita-se que a tradição do Dia de Finados tenha surgido a partir dos celtas, povos que acreditavam na vida após a morte e separavam uma data anual para homenagear e evocar os mortos.

Assim, da mesma forma que faziam certas sociedades da antiguidade, os cristãos passaram a rezar pelas almas dos falecidos, acreditando que estes necessitariam de orações, já que estavam passando pelo processo de purificação conhecido como Purgatório. A partir do século V, a Igreja destinou uma data específica para isso, embora esta não tenha sido uma prática muito corriqueira.

De fato, pode-se dizer que o grande responsável pela popularização do costume de orar pelos entes que já se foram foi o monge beneditino Odilo de Cluny, o qual determinou no ano de 998 que todos os membros de sua abadia fizessem preces por essas pessoas. Nascida na França, a tradição acabou se propagando por toda a Europa, até que o Dia de Finados foi oficializado durante o século XI, por meio dos papas Silvestre II, João XVIII e Leão IX. Já a data (dia 2 de novembro) foi estabelecida mais tarde, no século XIII.

Curiosidade: No Brasil, o Dia de Finados é uma data triste, afinal as pessoas lembram de seus entes e sentem saudades. Já no México, é tudo diferente! Os mexicanos realizam festas com muitos banquetes, pois acreditam que nesse dia as almas das pessoas voltam para fazer uma visita a seus familiares e amigos.

Festa do dia dos mortos no México, entenda seu significado

595588_1224x

Diferentemente do nosso Dia de Finados no Brasil que é uma data um pouco triste, no México é uma comemoração bastante animada e agitada, por lá essa é uma época com várias festividades e muita homenagem aos antepassados.

Com o tempo, essa tradição tem se tornado cada vez mais famosa, o que faz com que pessoas de todo o mundo visitem o México nessa época do ano para participar dessas celebrações e entender melhor sobre a cultura e as crenças mexicanas.

Qual é a origem do Dia dos Mortos no México?

O Dia dos Mortos no México não é apenas um dia. Essa época é celebrada entre os dias 31 de outubro e 2 de novembro. A festa, que é considerada patrimônio da Humanidade pela Unesco, reúne familiares e amigos para celebrar a visita dos antepassados à Terra. Acredita-se que essa tradição tenha começado há muitos anos, antes mesmo da chegada dos espanhóis à América.

Os povos astecas, que habitavam o México antes da colonização espanhola, acreditavam que a vida era uma prolongação da morte  era apenas mais uma etapa de um ciclo, assim como todos os outros observados na natureza, como as chuvas e as secas, a primavera e o outono e assim por diante.

Era por isso que, naquela época, os mortos eram enterrados com roupas, joias e todos os seus pertences.

Para os astecas, quando uma pessoa morria, não era motivo de tristeza, mas sim de felicidade, porque ela estava morando com os Deuses. Por isso, eles tinham no seu calendário um mês inteiro dedicado à morte, com várias festas animadas cheias de bebidas, comidas e muita diversão.

Quando os missionários católicos chegaram no México, eles tentaram acabar com esses costumes e crenças antigas, especialmente de cultuar os mortos, porém a única coisa que conseguiram foi transferir essas festividades para as datas católicas: dia de todos os santos, comemorado em primeiro de novembro, e dia de finados, celebrado em 2 de novembro.

Foi a partir desse sincretismo religioso que nasceu o Dia dos Mortos no México como conhecemos hoje.

Como é celebrado o Dia dos Mortos no México atualmente?

Hoje, os mexicanos acreditam que, entre 31 de outubro a 2 de novembro, os “laços” que ligam o mundo dos vivos ao dos mortos está mais tênue, o que permite que os falecidos retornem à Terra e passeiem visitando seus familiares e amigos.

Cada dia possui um significado próprio para os mexicanos. Na virada de 31 de outubro para primeiro de novembro, eles celebram as almas que faleceram quando crianças (a data é chamada de “Dia de los Angelitos”) e no dia seguinte a festa é dedicada aos falecidos adultos.

Por isso, são muitos os detalhes que compõem essa festa. Um dos mais conhecidos são as oferendas, ou seja, “presentes” dados aos mortos.

Além das oferendas, também é normal encontrar altares coloridos e adornados com imagens dos falecidos e, claro, as tradicionais caveiras mexicanas, que podem aparecer em pintura de rostos, doces e muitos outros.

Outra tradição é que, algumas famílias costumam ir até as tumbas dos falecidos, abrir os túmulos e limpar os restos mortais. Depois, eles são recolocados de volta ao local para continuarem descansando.

%d blogueiros gostam disto: